segunda-feira, 28 de abril de 2008

inocência

Antes que meu corpo morra eu rezo.
Para que o rio o qual eu nasci possa me banhar novamente

Pelo toque de deus eu rezo, para que eu possa mudar desta sagrada terra para a próxima estação.

Uma estação sombria,além das religiões mortais que nos seduzem.
Minha alma se renderá e se dará à graça....


Na lua nos reunimos para a ascenção um grande céu nos protege com sua compaixão, infinita,ultimo sobrevivente é você quem deve passar pela luz do novo mundo


Sob um céu de inocência estamos todos morrendo agora
Em uma lenta, negra chuva..
Isto foi uma perda de homens e anjos?
Isto foi uma perda do amor?

Deste rio humano,
muito cruel para o inverno.
Bem vindo aos portões,
um ensaio para o silêncio
Rezo para que não entramos

Sob um céu de inocência
Nos banhamos na sedução, linda e traiçoeira!
A luz está se revelando agora,abrimos nossos braços para ela.

Não sou ninguém e Ainda sou todo mundo.
Não somos nada, mas somos todos..
Não nascemos ainda!!


3 comentários:

Limbonauta disse...

Somos o que somos, inclassificáveis. Já diria Arnaldo.

A perda não foi de homens e anjos. Os Homens há muito estão perdidos. Justamente por causa dos anjos. A inveja que eles tem do nosso livre-arbítrio os fazem assim, cheios de mágoa.

Solteo-s, Deus. Ou eles não nos deixaram em paz. Nunca.

Maldictus Otarius disse...

"Sob um céu de inocência estamos todos morrendo agora
Em uma lenta, negra chuva.."
cara, vc fala umas coisas muito legais!

boa semana pra ti
abraços

Brunno Soares disse...

gostei da poesia.
mt boa


parabens meu jovem